LADAINHA
18. Todos se levantam. O Celebrante, de mãos unidas e voltado para o povo, diz:
Pres: Meus irmãos e minhas irmãs; Oremos para que o Pai todo-poderoso derrame suas bênçãos sobre estes seus filhos. Ele os chamou para seguirem o Cristo mais de perto. Que em sua bondade os confirme no santo propósito.
19. Segue-se a Ladainha dos Santos. A asembleia permanece de pé, o celebrante ajoelha-se e os professandos conforme for o costume podem se prostrar ou se ajoelhar.
Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.
Santa Maria, Mãe de Deus.
São Miguel e Santos Anjos de Deus.
São João Batista e São José.
São Pedro e São Paulo.
Santo André e São Tiago.
São João Evangelista e São Tomé.
São Tiago e São Filipe.
São Bartolomeu e São Mateus.
São Simão e São Tadeu.
São Matias e Santa Maria Madalena.
Santo Estêvão e Santo Inháciho de Anhtihoquhia.
São Lourenço e São João de Brito.
Santa Perpétua e Santa Felicidade.
Santa Inês e São Gregório.
Santo Agostinho e Santo Atanásio.
São Martinho e São Bento.
São Teotónio e Santo António de Lisboa.
São Francisco e São Domingos.
São João de Deus e São Francisco Xavier.
São João Maria Vianney e Santa Isabel de Portugal.
São João Bosco e São Luís Orione
Santa Catarina de Sena e Santa Teresa de Jesus.
Todos os Santos e Santas de Deus.
Ass: Rogai por nós.
Sede-nos propício.
Para que nos livreis de todo mal, de todo pecado e da morte eterna.
Pela vossa encarnação, morte e ressurreição.
Pela efusão do Espírito Santo.
Apesar de nossos pecados.
Para que vos digneis enriquecer a vida da Igreja pela oblação e o apostolado de vossos filhos e filhas.
Para que vos digneis para que vos digneis aumentar os dons do Espírito Santo em vosso Servo o Papa, e em todos os ministros da Igreja.
Para que vos digneis fazer que a vida e a ação dos religiosos concorram para o progresso da família humana.
Para que vos digneis conservar e aumentar a caridade de Cristo e o espirito dos fundadores em todas as famílias religiosas.
Para que vos digneis associar mais plenamente à obra da Redenção os que abraçaram os conselhos evangélicos.
Para que vos digneis abençoar os pais que vos ofereceram seus filhos.
Jesus, Filho do Deus vivo.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.
Cristo, ouvi-nos.
Ass: Cristo, ouvi-nos.
Cristo, atendei-nos.
Ass: Cristo, atendei-nos.
20. Terminada a ladainha, o celebrante de pé e de mãos unidas diz:
Pres: Atendei, ó Deus, as preces do vosso povo e preparai pela vossa graça o coração das vossas filhas que vos serão consagradas. Que o Espírito Santo as purifique de toda culpa e acenda nelas o vosso amor. Por Cristo, Nosso Senhor.
Ass: Amém.
O diácono, se for o caso, diz:
Diac: Levantai-vos.
E todos se levantam.
PROFISSÃO
22. Terminada essa parte, os professos de pé, fazem de um em um, de acordo com a chamada, a profissão.
1. O que faz a profissão (postulante ou frei-noviço):
Eu, N. N., quero com firme vontade consagrar toda a minha vida à glória de Deus seguindo o Cristo mais de perto. Por isso, diante dos irmãos aqui presentes, em tuas mãos, (Reverendo Frei Miguel Nicola) faço voto perpétuo de castidade, pobreza e obediência, segundo as Constituições Entrego-me, pois, de todo o coração a esta família religiosa dos Agostinianos, a fim de procurar a perfeição da caridade, no serviço de Deus e da Igreja, com a graça do Espírito Santo e o auxílio da Virgem Maria.
21. É aconselhável que o próprio professo coloque, em seguida, sobre o altar a carta de profissão (um livro com pena que o celebrante irá dropar ao professando); e, com facilidade, assine a carta em cima do altar. Feito isto, volta a seu lugar.
2. Quem recebe os votos (o celebrante ou o superior) pode dizer:
E eu, pelo poder a mim confiado, recebo em nome da Igreja os votos que fizestes l em nossa família Agostiniana.. Rogo a Deus que a vossa oblação unida ao Sacrifício eucarístico, seja plenamente vivida.
BENÇÃO SOLENE OU CONSAGRAÇÃO DOS PROFESSANDOS
23. Os neoprofessos ajoelham-se e o Celebrante, de braços abertos, diz uma das seguintes orações. Se for oportuno, pode-se omitir as palavras entre parênteses.
Ó Deus, fonte de toda santidade, amastes de tal modo o ser humano que criastes, que lhe destes participar da vossa natureza; e este plano do vosso amor nem a culpa de Adão destruiu, nem o pecado do mundo alterou. Pois já no principio dos tempos nos destes no justo Abel um modelo de santidade. Depois, fizestes surgir no meio do povo eleito homens e mulheres santos entre os quais fulgura a santíssima Virgem Maria, filha de Sião, em cujo seio se fez homem o vosso Filho e Salvador do mundo, Jesus Cristo, Senhor nosso. Modelo de toda a santidade, ele se fez pobre para enriquecer-nos e tornou-se escravo para libertar-nos. Em seu inefável amor redimiu o mundo pelo mistério da Páscoa; e enviou o Espirito Santo para santificar sua Igreja. Pelo mesmo Espirito, atraístes inumeráveis filhos para seguirem o Cristo. Cativados pelo amor eles tudo deixaram, e, unidos a vós de todo o coração, puseram-se a serviço dos irmãos. Olhai agora ó Pai, estes vossos filhos que na vossa providencia chamastes e infundi-lhes o Espirito da santidade. Possam cumprir com fidelidade o que com alegria prometeram. Tenham ante os olhos o exemplo do Mestre e o imitem com perseverança. (Sejam íntegros na castidade, felizes na pobreza, generosos na obediência. Agradem-vos pela humildade, de coração aberto vos sirvam e se unam a vós com ardente amor. Sejam pacientes nas provações, firmes na fé, alegres na esperança, ativos na caridade.) Por sua vida edifiquem a Igreja promovam a salvação do mundo e sejam um sinal transparente dos bens da eternidade. Pai santo, sede para estes vossos filhos proteção e guia; e, no tribunal de vosso Filho, a esperada recompensa pela fidelidade á vocação. Assim confirmados no vosso amor, gozem o convívio dos santos e com eles vos glorifiquem para sempre. Por Cristo nosso Senhor.
Ass: Amém.
ENTREGA DAS INSÍGNIAS
24. Se for costume da família religiosa entregar as insígnias da profissão, os neoprofessos levantam-se e aproximam-se do Celebrante, que dá a cada um a respectiva insígnia, em silêncio ou dizendo uma formula apropriada.
25. Onde for costume ou se julgue conveniente, pode-se cumprimentar os religiosos recém-professos ao Instituto, pelo abraço da paz.
26. Enquanto isso o coro canta, junto com o povo, um canto apropriado.
a) O Celebrante (ou o Superior) diz estas palavras ou outras semelhantes após a entrega das insígnias:
Pres: De hoje em diante tereis tudo em comum conosco, pois confirmamos vossas integrações em nossa família Agostiniana
Se for oportuno acrescenta-se:
Pres: Desempenhais com fidelidade o santo serviço que a Igreja vos confiou para exercerdes em seu nome.
Ass: Amém.
27. Se outras insígnias da profissão devam ser entregues, seja neste momento, em silêncio, ou com uma fórmula apropriada, guardando-se sempre a conveniente sobriedade.
Se o abraço da paz é dado neste momento, omite-se antes da comunhão.
28. Os neoprofessos voltam a seus lugares e a missa prossegue.
OFERTÓRIO
29. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
30. Durante o canto da preparação das oferendas, algumas das neoprofessas podem levar ao altar o pão, o vinho e a água para o sacrifício eucarístico.
31. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
32. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
33. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
34. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
35. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
36. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
37. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Pres: Acolhei, ó Pai, as oferendas destes vossos servos, transformando-as no sacramento da redenção e cumulai com os dons do Espírito Santo os filhos e as filhas que chamastes a imitar mais fielmente o vosso Filho. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
PREFÁCIO DE MARIA I
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, e, na festa... de Maria, sempre virgem, celebrar os vossos louvores. À sombra do Espírito Santo, ela concebeu o vosso Filho único e, permanecendo virgem, deu ao mundo a luz eterna, Jesus Cristo, Senhor nosso. Por ele, os anjos cantam vossa grandeza, os santos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz...
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA IV
117. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
118. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Nós proclamamos a vossa grandeza, Pai santo, a sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas criastes o homem e a mulher à vossa imagem e lhes confiastes todo o universo, para que, servindo a vós, seu criador, dominassem toda criatura. E, quando pela desobediência perderam a vossa amizade, não os abandonastes ao poder da morte, mas a todos socorrestes com bondade, para que, ao procurar-vos, vos pudessem encontrar.
Ass: Socorrei, com bondade, os que vos buscam!
Pres: E, ainda mais, oferecestes muitas vezes aliança aos homens e às mulheres e os instruístes pelos profetas na esperança da salvação. E de tal modo, Pai santo, amastes o mundo, que, chegada a plenitude dos tempos, nos enviastes vosso próprio Filho para ser o nosso salvador.
Ass: Por amor nos enviastes vosso Filho!
Pres: Verdadeiro homem, concebido do Espírito Santo e nascido da vhirghem Maria, viveu em tudo a condição humana, menos o pecado; anunciou aos pobres a salvação, aos oprimidos, a liberdade, aos tristes, a alegria. E, para realizar o vosso plano de amor, entregou-se à morte e, ressuscitando dos mortos, venceu a morte e renovou vida.
Ass: Jesus Cristo deu-nos vida por sua morte!
Pres: E, a fim de não mais vivermos para nós, mas para ele, que por nós morreu e ressuscitou, enviou de vós, ó Pai, o Espírito Santo, como primeiro dom aos vossos fiéis para santificar todas as coisas, levando à plenitude a sua obra.
Ass: Santificai-nos pelo dom do vosso Espírito!
119. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres: Por isso, nós vos pedimos que o mesmo Espírito Santo santifique estas oferendas, une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, para celebrarmos este grande mistério que ele nos deixou em sinal da eterna aliança.
Ass: Santificai nossa oferenda pelo Espírito.
120. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Quando, pois, chegou a hora em que por vós, ó Pai, ia ser glorificado, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. Enquanto ceavam,
Toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
121. Então prossegue:Do mesmo modo, Toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:ele tomou em suas mãos o cálice com vinho, deu graças novamente e o deu a seus discípulos.Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz genuflexão para adorá-lo.
122. Em seguida, diz:Eis o mistério da fé!Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
123. O sacerdote, de braços abertos, diz:Pres: Celebrando, agora, ó Pai, a memória da nossa redenção, anunciamos a morte de Cristo e sua descida entre os mortos, proclamamos a sua ressurreição e ascensão à vossa direita e, esperando a sua vinda gloriosa, nós vos oferecemos o seu corpo e Sangue, sacrifício do vosso agrado e salvação do mundo inteiro.
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres: Olhai, com bondade, o sacrifício que destes à vossa Igreja e concedei aos que vamos participar do mesmo pão e do mesmo cálice que, reunidos pelo Espírito Santo num só corpo, nos tornemos em Cristo um sacrifício vivo para o louvor da vossa glória.
Ass: Fazei de nós um sacrifício de louvor!
1C: E agora, ó Pai, lembrai-vos de todos pelos quais vos oferecemos este sacrifício: o vosso servo o papa N., o nosso bispo N*., os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e todos os ministros, os fiéis que, em torno deste altar, vos oferecem este sacrifício, o povo que vos pertence e todos aqueles que vos procuram de coração sincero.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
*Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n.109.
2C: Lembrai-vos também dos que morreram na paz do vosso Cristo e de todos os mortos, dos quais só vós conhecestes a fé.
Ass: A todos saciai com vossa glória!
3C: E a todos nós, vossos filhos e filhas, concedei, ó Pai de bondade, que, com a vhirghem Maria, mãe de Deus, com São José, seu esposo, com os apóstolos e todos os santos, possamos alcançar a herança eterna no vosso reino, onde, com todas as criaturas, libertas da corrupção do pecado e da morte, vos glorificaremos
Une as mãos
por Cristo, Senhor nosso.Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!
3C: Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
124. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
129. Se não foi dado o abraço da paz, o Celebrante saúda as religiosas que acabam de professar, assim como a todos os presentes.
130. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
FRAÇÃO DO PÃO
131. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
132. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
133. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
134. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
135. Após a comunhão do Celebrante, os neoprofessos aproximam-se do altar para receberem a Comunhão, que lhes pode ser dada sob as duas espécies. Depois deles, seus pais, parentes e a comunidade religiosa podem comungar do mesmo modo.
136. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
137. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
138. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
139. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
140. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
141. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
142. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Opção 1: Tendo participado dos divinos mistérios, nós vos pedimos, ó Deus, por estas vossas filhas que vos consagraram suas vidas; acendei nelas o fogo Espírito Santo, unindo-as para sempre ao vosso Filho. Que vive e reina para sempre.
Ass: Amém.
143. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
144. Em lugar da bênção habitual, pode-se dar a bênção seguinte.
O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
Pres: Que Deus, fonte dos bons desejos confirme vosso propósito e fortaleça vossos corações para que guardeis com fidelidade
aquilo que prometestes.
Ass: Amém.
Pres: Que ele vos conceda percorrer na alegria do Cristo o caminho estreito que escolhestes, levando com júbilo os fardos dos vossos irmãos e irmãs.
Ass: Amém.
Pres: Que a caridade de Deus faça de vós uma família reunida em nome do Senhor, imagem do amor do Cristo.
Ass: Amém.
Pres: Que ele faça de vós para o mundo sinal e testemunho do amor de Deus.
Ass: Amém.
Pres: Que vossa união a Cristo, vivida na terra, seja confirmada no céu.
Ass: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
145. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres ou Diác: Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde
Ass: Graças a Deus.
146. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros
Frei Miguel Nicola O.S.A
Superior geral